As histórias contadas pelas paredes de um pequeno hotel

16
Dez 09

 

Naquela tarde, a turista - talvez sueca - entrou, queria a chave.

Eu queria abrir-lhe a porta.

Queria encher-lhe a boca - sugar-lhe o ar.

 

Ela percebeu, riu, gracejou.

Contornou o bar, escondeu-se, quis uma bebida.

A roupa caiu, a lingua quente escorreu, deu-lhe voltas.

Chupou, lambeu, mordeu, beijou

agarrou, suspirou, esfregou, apagou.

 

Por trás do balcão, senti o mundo fugir.

Mergulhei naquela garganta e invadi

deixei meu prazer na boca dela,

o coração explodiu

o corpo vacilou

e ela sorriu.

 

Quero mais - disse então

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por omeuhotel às 17:25

oi obrigada pela sua visita gentileza sua me deixar um poema ,volte sempre ...
Priscila jackson a 23 de Dezembro de 2009 às 00:06

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